Tecnologia sensacional


Para deixar qualquer Steve Jobs no chinelo…

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The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

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A reinvenção do cinema

Nesse sábado passado fui assistir ao filme A Invenção de Hugo Cabret. Logo na compra do ingresso senti um pesar em saber que era apenas em 3D (fiquei sabendo depois que tinha também a versão convencional, mas não no cinema que fui). Acho interessante a tecnologia, porém é sempre mal usada pelos diretores que usam e abusam do efeito sem nenhuma relação com a trama.

O filme começou e logo me rendi. A película é de uma simplicidade linda. Utilizando a mesma tecnologia criada por James Cameron no filme Avatar, o diretor Martin Scorcese filmou o filme em 3D, mas não abusou com cenas que saltam à tela em direção à platéia (em um dos efeitos mais batidos da atualidade). A fotografia de ar retrô dá vida à uma estação ferroviária francesa onde mora Hugo Cabret (Asa Butterfield), um menino que sobrevive com pequenos furtos e na manutenção dos relógios do local.

Na sua vida ele enfrenta diversos desafios, como a patrulha do sisudo agente da estação (interpretado com maestria pelo Sacha Baron Cohen, o ator de Borat), a saudade do pai, relojoeiro de profissão, morto durante um incêndio (interpretado por Jude Law) e um automato que não funciona, fruto da descoberta de seu pai em um museu.
A história se desenrola e aos poucos faz homenagem ao pai do cinema

Georges Méliès, inclusive mostrando alguns originais como o Le voyage dan a La Lune (que pode ser visto na íntegra no YouTube aqui).

Emocionante no tom certo e com boa dose de humor. Fiquei sabendo apenas depois que o filme era classificado como infantil. Mas não se engane achando que a história é destinada apenas aos pequenos, a densidade é para todas as idades.

Em tempo: O filme é baseado no livro (como quase todos os filmes bons) homônimo , escrito por Brian Selznick, que pode ser encontrado na Livraria Cultura aqui.

 

 

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O ato de indignar-se e o gore

Hoje eu criei essa imagem com base em uma outra que vi no 9gag. Para quem não conhece, isso é uma paródia à uma cena do filme Pulp Fiction, do diretor Quentin Tarantino, um dos meus favoritos.

O que leva a pensar no propósito dos compartilhamentos de imagem no Facebook.  Para que alguém compartilha algo com os amigos?

Pensando no conceito de Feed, é possível dizer que tal ferramenta serve para passar mensagens, notícias ou alguma forma de entretenimento. Neste último estão inclusas coisas como quadrinhos, piadas… Mas como toda ferramenta, o propósito se perde nas mãos dos maus utilizadores.

A nova onda é transformar rede social em sucursal de Meia Hora, Notícias Populares e Programa do Ratinho. Divulgando imagens de gosto duvidoso como crianças com doenças raras e animais sendo torturados. O que se ganha com isso? Nada.

Você pode estar pensando que para isso há a opção de ocultamento, tanto de um imagem em específico, como do perfil inteiro. Mas a imagem já atingiu seu propósito de ser vista, agora já é tarde a punição.

Conselho? Eu gosto de denunciar tanto a imagem quanto o perfil da pessoa que divulgou, fazendo minha parte contra o derramamento de sangue diário na minha timeline.

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Vida curta, curta a vida

Vi esse quadrinho no Capinaremos e me deixou um pouco pensativo.

Quantos riscos desnecessários nós corremos para suprir nossas paixões?

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